Câmara de Coimbra evacua 3 mil pessoas por risco de cheia

A Câmara Municipal de Coimbra decidiu evacuar entre 2.800 a 3.000 pessoas das suas residências devido ao risco de cheia no rio Mondego. A presidente do município, Ana Abrunhosa, anunciou a medida em conferência de imprensa, sublinhando que esta ação é uma precaução necessária para proteger a população.

A autarca explicou que, embora a ordem de evacuação abranja um número significativo de pessoas, muitas já se deslocaram para a casa de familiares. As áreas afetadas incluem as freguesias de Santa Clara, Castelo Viegas, São Martinho do Bispo, Ribeira de Frades, Taveiro, Ameal e Arzila, onde todas as escolas estarão encerradas na quarta-feira.

A decisão de evacuação foi tomada após a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sinalizar o risco de rebentamento de diques na obra hidrográfica do Mondego. Esta informação foi discutida numa reunião que envolveu autarcas de várias localidades, incluindo Soure e Figueira da Foz, bem como representantes da proteção civil.

Ana Abrunhosa garantiu que o município está preparado para a situação, afirmando que “temos todos os meios” e que a evacuação está a ser realizada com tempo suficiente. As pessoas estão a ser encaminhadas para zonas de concentração, como a Casa do Povo de Ceira e a Escola Inês de Castro, onde terão acesso a alimentação e apoio médico.

A GNR e a PSP estão a fazer visitas porta a porta para informar os residentes sobre a evacuação, pedindo-lhes que se dirijam calmamente para os locais indicados. O município disponibilizou recursos como botes, carros de bombeiros e autocarros para facilitar a deslocação das pessoas.

Ana Abrunhosa também destacou a colaboração de várias entidades, incluindo o Exército e os fuzileiros, para garantir que não faltem meios e apoio à população. A autarca alertou que se prevê um aumento significativo da chuva na manhã de quarta-feira, preparando-se para o pior cenário, embora espere que a situação se resolva rapidamente.

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Os utentes dos lares que não foram evacuados para casas de familiares estão a ser encaminhados para o Pavilhão Mário Mexia. Durante a reunião, Ana Abrunhosa manteve contacto com a ministra do Ambiente, que apoiou a decisão de evacuação, reforçando a importância da segurança da população.

Leia também: A importância da prevenção em situações de cheia.

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Fonte: ECO

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