Um descarrilamento de um comboio em Abrantes resultou em mais um episódio trágico associado às condições meteorológicas extremas que têm afetado Portugal. Desde a passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, o país registou dezasseis mortes, além de centenas de feridos e desalojados. As infraestruturas também sofreram danos significativos, incluindo um desabamento de um troço da A1 em Coimbra, que poderá levar semanas a ser reparado.
O Governo português decidiu prolongar a situação de calamidade até ao dia 15 de fevereiro, abrangendo 68 concelhos. Esta medida vem acompanhada de um pacote de apoio que pode chegar até 2,5 mil milhões de euros, destinado a mitigar os efeitos das intempéries nas comunidades afetadas.
Além do descarrilamento do comboio, a A5 foi reaberta, mas de forma condicionada, no sentido Lisboa-Cascais. Os automobilistas devem estar atentos a possíveis constrangimentos nas estradas, uma vez que as condições meteorológicas continuam a ser adversas. A previsão é de que a depressão Oriana, que não afetará diretamente o continente, traga chuvas intensas e ventos fortes, com rajadas que podem atingir os 80 quilómetros por hora.
As autoridades apelam à população para que tome precauções e evitem deslocações desnecessárias durante este período crítico. O impacto das depressões tem sido severo, e a recuperação das infraestruturas danificadas será um processo longo e complexo.
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Acompanhe as atualizações sobre o mau tempo e as suas consequências em Portugal. A situação continua a ser monitorizada de perto pelas autoridades competentes, que estão a trabalhar para garantir a segurança de todos.
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Fonte: ECO





