O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, propôs hoje a criação de um fundo de calamidade em Portugal, com o objetivo de ajudar a mitigar os prejuízos causados por desastres naturais, como as cheias que afetaram o país nas últimas semanas. Durante uma visita a Alcácer do Sal, uma das localidades mais atingidas pelas inundações do Rio Sado, o chefe de Estado sublinhou a necessidade de um debate sobre este tema.
“Sendo um problema coletivo, vale a pena pensar para o futuro. Se há calamidades cada vez mais graves e frequentes, então, talvez seja boa ideia haver um fundo que preveja essas calamidades”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa. A sua declaração surge num momento em que as consequências das cheias têm sido sentidas em várias regiões, levando a uma reflexão sobre como o país pode estar melhor preparado para enfrentar situações similares no futuro.
A ideia de um fundo de calamidade não é nova, mas ganha relevância à medida que os fenómenos climáticos extremos se tornam mais comuns. O Presidente acredita que a criação deste fundo poderia proporcionar um suporte financeiro mais eficaz para as comunidades afetadas, permitindo uma recuperação mais rápida e eficiente.
O chefe de Estado também destacou a importância de um esforço conjunto entre o governo e as autarquias para a implementação de medidas que ajudem a prevenir e a responder a estas situações. “É fundamental que haja um planeamento adequado e uma coordenação entre as várias entidades”, frisou.
A proposta de um fundo de calamidade poderá ser um passo importante para garantir que Portugal esteja melhor preparado para enfrentar os desafios impostos pelas alterações climáticas. A criação deste mecanismo financeiro poderia não só ajudar as vítimas de calamidades, mas também reforçar a resiliência das comunidades.
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A discussão sobre o fundo de calamidade deverá avançar nos próximos meses, com a expectativa de que possa ser uma solução viável para os problemas que o país enfrenta. A proposta de Marcelo Rebelo de Sousa é um convite à reflexão sobre como a sociedade pode unir esforços para garantir um futuro mais seguro e sustentável.
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Fonte: Sapo





