Os investidores que procuram diversificar os seus portfólios com ETFs internacionais têm duas opções populares: o Vanguard VXUS e o iShares EEM. Ambos oferecem uma exposição significativa a mercados fora dos Estados Unidos, mas diferem em vários aspectos, como custos, composição setorial e perfil de risco.
O Vanguard VXUS é um ETF que se concentra em ações de mercados desenvolvidos e emergentes, excluindo os EUA. Este fundo é conhecido pela sua gestão de custos eficiente, com uma taxa de despesa de apenas 0,08%. Esta característica torna-o uma opção atrativa para investidores que buscam minimizar custos e maximizar retornos a longo prazo.
Por outro lado, o iShares EEM foca exclusivamente em mercados emergentes, o que pode ser uma escolha interessante para aqueles que desejam capitalizar o crescimento potencial dessas economias. No entanto, esta estratégia vem com um custo mais elevado, com uma taxa de despesa de 0,68%. Os investidores devem ponderar se o potencial de crescimento justifica o custo adicional.
Em termos de composição setorial, o Vanguard VXUS oferece uma diversificação mais ampla, incluindo setores como tecnologia, saúde e consumo. Já o iShares EEM tende a ter uma maior concentração em setores como energia e finanças, que são predominantes em muitos mercados emergentes. Esta diferença pode influenciar a decisão dos investidores, dependendo da sua tolerância ao risco e das suas expectativas de retorno.
A volatilidade é outro fator a considerar. O iShares EEM, por ser mais exposto a mercados emergentes, pode apresentar uma maior flutuação nos preços das ações, o que pode ser atraente para investidores com um perfil de risco mais elevado. Em contrapartida, o Vanguard VXUS tende a ser mais estável, refletindo a natureza mais madura dos mercados desenvolvidos.
Ao escolher entre o Vanguard VXUS e o iShares EEM, é importante que os investidores avaliem os seus objetivos financeiros e a sua disposição para assumir riscos. Ambos os ETFs internacionais têm os seus méritos, mas a escolha certa dependerá das necessidades individuais de cada investidor.
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Fonte: Fool





