Com o aumento do número de investidores a afastar-se de setores de alto risco, especialmente após a venda acentuada de ações de software em fevereiro, impulsionada por preocupações relacionadas com a inteligência artificial, Chris Harvey, diretor-geral e responsável pela estratégia de ações e portfólio da CIBC Capital Markets, partilha as características que deve ter em conta ao investir em ações menos arriscadas.
Neste contexto, Harvey destaca que a diversificação é fundamental. Os investidores devem procurar empresas com um histórico sólido de desempenho financeiro e que apresentem uma gestão eficaz. Além disso, a estabilidade nos lucros e a capacidade de gerar fluxos de caixa consistentes são fatores que podem ajudar a minimizar riscos em tempos de incerteza.
Outro aspecto importante é a análise do setor em que a empresa opera. Setores considerados mais defensivos, como utilidades e bens de consumo, tendem a ser menos voláteis e oferecem uma maior proteção em mercados em queda. Assim, ao escolher ações menos arriscadas, é crucial avaliar a resiliência do setor face a possíveis crises económicas.
Harvey também menciona que a comunicação da Reserva Federal dos EUA pode criar um “mensagem mista” sobre a direção das taxas de juro. Isso pode influenciar a forma como os investidores abordam o mercado e, consequentemente, as suas decisões de investimento. Portanto, é vital estar atento às declarações e políticas da Fed, que podem impactar a confiança dos investidores.
Com a volatilidade dos mercados, a escolha de ações menos arriscadas torna-se uma estratégia cada vez mais relevante. Os investidores devem estar preparados para ajustar as suas carteiras, focando em empresas que demonstrem robustez e potencial de crescimento, mesmo em tempos difíceis.
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Fonte: Yahoo Finance




