Portugal manifestou a sua disposição para participar como observador nas reuniões do Conselho de Paz criado por Donald Trump. Esta informação foi confirmada por uma fonte do Governo à agência Lusa, que destacou que a presença de Portugal estará sempre condicionada à discussão de temas relacionados com a paz ou a reconstrução de Gaza.
A primeira reunião do Conselho de Paz realiza-se hoje e, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, Portugal poderá marcar presença em momentos que sejam cruciais para a consolidação do processo de paz ou para a reconstrução da região. A ideia é que a participação de Portugal se mantenha no âmbito do conflito israelo-palestiniano, um tema que tem sido central nas dinâmicas de paz no Médio Oriente.
A Casa Branca já enviou um convite formal a Portugal para integrar este Conselho de Paz, e o chefe da diplomacia portuguesa mostrou-se aberto a essa possibilidade, desde que a participação se restrinja aos tópicos mencionados. O envolvimento de Portugal neste organismo pode ser visto como um passo significativo na sua política externa, especialmente em questões tão delicadas como o conflito em Gaza.
A participação como observador permitirá a Portugal acompanhar de perto as discussões e, potencialmente, contribuir para um diálogo que vise a paz duradoura na região. A presença de países europeus em iniciativas de paz no Médio Oriente é frequentemente vista como um elemento importante para a estabilidade na área.
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Conselho de Paz Conselho de Paz Nota: análise relacionada com Conselho de Paz.
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Fonte: ECO





