A economia como chave para vencer guerras modernas

O mundo enfrenta uma nova corrida armamentista, impulsionada por conflitos de alta intensidade e uma complexa dinâmica geopolítica. Desde a Segunda Guerra Mundial, não se assistia a um aumento tão significativo nos investimentos militares. A invasão russa da Ucrânia trouxe este tema para o centro das atenções, revelando a proximidade de um conflito que muitos preferiam ignorar.

A União Europeia não está alheia a esta realidade. Com a incerteza política gerada pela presidência de Donald Trump, a Europa sente a necessidade de se fortalecer militarmente. A dependência histórica dos Estados Unidos como aliado confiável já não é garantida, e a resposta a esta nova ordem é um investimento massivo em defesa. Estima-se que a UE destine cerca de 800 mil milhões de euros até 2030, além dos orçamentos nacionais, que, no ano passado, totalizaram aproximadamente 380 mil milhões de euros.

Uma economia forte é essencial para sustentar este esforço. Um estudo do Instituto Kiel, que analisou mais de 700 conflitos entre 1977 e 2013, revela que um aumento de 10% nas despesas militares em relação ao produto interno bruto (PIB) eleva a probabilidade de sucesso em 32 pontos percentuais. Este dado é crucial para compreender a dinâmica dos conflitos atuais.

No caso da Ucrânia, a análise económica é igualmente pertinente. A Rússia, com uma economia comparável à italiana, enfrenta dificuldades em rivalizar com a força económica da União Europeia, que é dominada pela Alemanha. Com dados de 2025 a indicar que a economia russa vale cerca de metade da alemã, a resposta europeia conjunta parece ter um peso significativo.

É importante lembrar que, enquanto os exércitos podem vencer batalhas, é a economia que decide o resultado das guerras. A prioridade deve ser dada ao fortalecimento da economia, que, por sua vez, sustentará a defesa. A mensagem é clara e deve ser ouvida em Bruxelas.

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Leia também: O impacto da economia nas relações internacionais.

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Fonte: Sapo

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