Executores de Epstein oferecem 25 milhões às vítimas do caso

Os executores do testamento de Jeffrey Epstein, Darren Indyke e Richard Kahn, propuseram um acordo no valor de 25 milhões de dólares (cerca de 21,2 milhões de euros) às vítimas de Epstein que apresentaram uma ação coletiva. Este valor, conforme uma minuta divulgada recentemente, ainda precisa da aprovação de um juiz federal em Nova Iorque.

Indyke, antigo advogado pessoal de Epstein, e Kahn, seu contabilista, foram designados como executores do espólio do multimilionário, que foi atualizado apenas dois dias antes da sua morte, considerada um suicídio, a 10 de agosto de 2019. O acordo estipula que o espólio pagará 25 milhões de dólares se menos de 40 alegadas vítimas forem consideradas elegíveis. Caso mais de 40 pessoas cumpram os critérios, o valor total poderá ascender a 35 milhões de dólares (29,7 milhões de euros).

Para que as vítimas de Epstein possam beneficiar deste acordo, deverão concordar em renunciar a quaisquer outros processos judiciais e não ter acordos prévios para receber compensações do património de Epstein ou do Fundo de Compensação às Vítimas. A ação coletiva, que foi interposta em 2024, acusa os executores de “facilitar, participar e ocultar a conduta ilegal de Epstein” para obterem ganhos financeiros.

Um dos advogados dos executores afirmou que “nenhum dos dois reconheceu ou admitiu qualquer irregularidade”. Além disso, destacou que “nenhuma mulher alguma vez os acusou de cometer ou testemunhar agressão sexual, nem qualquer mulher alguma vez alegou ter-lhes relatado qualquer denúncia de abuso por parte do senhor Epstein”.

Após a morte de Epstein, o seu património foi avaliado em cerca de 600 milhões de dólares (510 milhões de euros), embora este valor tenha diminuído com a resolução de outros processos legais. Epstein tornou-se uma figura controversa, associado a uma vasta rede de tráfico sexual e exploração de menores, envolvendo várias personalidades da elite global. As alegações contra ele incluem o tráfico sexual de menores, com o recrutamento e abuso de dezenas de raparigas, algumas com apenas 14 anos, nas suas propriedades em Manhattan, Palm Beach, Novo México e na sua ilha privada nas Ilhas Virgens.

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Leia também: O impacto das ações judiciais no património de Epstein.

vítimas de Epstein vítimas de Epstein vítimas de Epstein Nota: análise relacionada com vítimas de Epstein.

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Fonte: ECO

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