Investir em ações de pequena capitalização pode ser uma estratégia interessante para quem procura diversificação no seu portfólio. Neste contexto, destacam-se dois ETFs, SCHA e SPSM, que se diferenciam pela sua abordagem setorial, custos e amplitude do portfólio.
O ETF SCHA, por exemplo, foca em ações de pequena capitalização, oferecendo uma vasta gama de empresas em diferentes setores. Esta diversidade permite aos investidores expor-se a várias oportunidades de crescimento, minimizando o risco associado a investimentos em empresas individuais. Além disso, a estrutura de custos do SCHA é competitiva, o que é um fator importante para maximizar os retornos a longo prazo.
Por outro lado, o ETF SPSM também se concentra em ações de pequena capitalização, mas com uma estratégia ligeiramente diferente. Este ETF é conhecido pela sua gestão ativa, o que significa que os gestores tomam decisões estratégicas para otimizar o desempenho do fundo. Essa abordagem pode ser vantajosa para investidores que procuram uma gestão mais dinâmica e adaptativa às condições do mercado.
Ambos os ETFs são opções viáveis para quem deseja investir em ações de pequena capitalização, mas a escolha entre eles dependerá das preferências individuais de cada investidor. Enquanto o SCHA pode ser mais adequado para aqueles que valorizam a diversificação ampla, o SPSM pode atrair investidores que preferem uma gestão mais ativa e focada.
Investir em ações de pequena capitalização pode ser uma excelente forma de diversificar o seu portfólio e potencialmente aumentar os seus retornos. No entanto, é fundamental que os investidores façam uma análise cuidadosa das suas opções e considerem os custos associados a cada ETF.
Leia também: Como escolher o ETF certo para o seu perfil de investidor.
Leia também: Produtos de consumo lideram, mas S&P 500 está em máximos históricos
Fonte: Fool





