Após três anos de entusiasmo com tudo o que envolve a inteligência artificial, os investidores norte-americanos estão a redirecionar as suas atenções para empresas que parecem ter melhores chances de sobreviver a esta revolução tecnológica. Entre as apostas mais seguras estão os proprietários de fábricas, restaurantes de fast-food e empresas de commodities.
Grandes nomes como McDonald’s, Exxon Mobil e a fabricante de tratores Deere destacam-se como vencedores nesta nova fase. Por outro lado, as empresas que eram vistas como potenciais vítimas da revolução da IA, como gestoras de património e empresas de software, estão a ser deixadas para trás.
Nos últimos meses, os setores do S&P 500 relacionados com a indústria, materiais, utilidades e produtos de consumo básico apresentaram um desempenho superior ao índice geral, enquanto o setor de tecnologia da informação tem vindo a descer. As chamadas “Magnificent Seven”, que incluem gigantes como Alphabet, Amazon, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla, também têm enfrentado dificuldades.
Este movimento dos investidores reflete uma mudança de estratégia, onde a segurança e a resiliência das empresas se tornaram prioritárias. A aposta em empresas resistentes à IA é vista como uma forma de mitigar riscos e garantir retornos mais estáveis num cenário de incerteza tecnológica.
Os investidores estão cada vez mais conscientes de que, enquanto a IA continua a transformar o panorama empresarial, nem todas as empresas estão igualmente preparadas para enfrentar esta mudança. Assim, a escolha de empresas que demonstram uma capacidade de adaptação e resiliência torna-se crucial.
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Fonte: Yahoo Finance





