O arrendamento em Portugal está a passar por uma fase de crescimento significativo. De acordo com o portal Idealista, o stock de habitação disponível para arrendar aumentou 11% no final de 2025, em comparação com o ano anterior. Este aumento, no entanto, revela-se desigual, com as capitais a liderar a oferta, enquanto o interior do país e as ilhas enfrentam uma redução acentuada.
Coimbra destaca-se como a cidade com o maior crescimento, com um aumento impressionante de 47% na oferta de arrendamento. Aveiro segue de perto, com uma subida de 45%. As grandes cidades, como Lisboa e Porto, também registaram um crescimento, embora mais moderado, com um aumento de 11% na oferta de arrendamento.
Por outro lado, o cenário não é tão positivo em algumas regiões. O Funchal, por exemplo, viu a sua oferta de arrendamento cair 14%, enquanto Santarém e Évora registaram quebras de 6% e 2%, respetivamente. Estas cidades são as únicas capitais onde a oferta de arrendamento diminuiu.
A nível distrital, a situação é ainda mais preocupante. A maioria dos distritos e ilhas apresentou uma descida no número de imóveis disponíveis para arrendar. As quedas mais acentuadas foram observadas na Guarda, com uma redução de 35%, seguida de Aveiro e da ilha de São Miguel, ambas com uma diminuição de 27%.
Este panorama revela uma clara dicotomia entre as áreas urbanas e as zonas mais rurais de Portugal. Enquanto as cidades maiores atraem mais oferta de arrendamento, as regiões menos populosas enfrentam desafios significativos. Esta tendência pode ter implicações importantes para o mercado imobiliário e para as políticas de habitação no país.
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Fonte: Sapo





