Governo considera apoios a fundo perdido para pequenos empresários

O Governo português está a analisar a possibilidade de atribuir apoios financeiros a fundo perdido a pequenos empresários que sofreram prejuízos devido ao mau tempo. A informação foi avançada pelo ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, durante uma conferência de imprensa em Évora, onde decorreu uma reunião do Conselho de Concertação Territorial.

Castro Almeida explicou que a medida visa apoiar microempresas e muito pequenos empresários que enfrentam dificuldades em aceder a crédito. “Estamos a equacionar a possibilidade de dar apoios a fundo perdido a estes empresários, que têm um volume de negócios limitado e que podem beneficiar de pequenos montantes”, afirmou.

Quando questionado sobre o prazo para a implementação desta medida, o ministro destacou que o Governo está a tratar do assunto com prioridade, buscando uma decisão rápida e eficaz. O objetivo é responder prontamente às necessidades dos empresários afetados.

Além disso, o ministro sublinhou a importância de preparar o país para futuras adversidades, referindo-se ao plano Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR). “Estamos a trabalhar para tornar o país mais resiliente e para que, em situações semelhantes no futuro, possamos estar melhor preparados”, disse.

O PTRR envolve a participação de várias entidades, incluindo autarquias, instituições académicas e sociais, e deverá ser aprovado no início de abril. Castro Almeida expressou a sua confiança na determinação do país para superar as dificuldades atuais e futuras.

A reunião do Conselho de Concertação Territorial contou com a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e de diversos ministros e secretários de Estado. Este órgão tem como função promover a consulta e a concertação entre o Governo e as entidades políticas regionais e sub-regionais.

As recentes intempéries, que incluíram as depressões Kristin, Leonardo e Marta, resultaram em dezoito mortes e causaram centenas de feridos e desalojados, afetando principalmente as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo. O Governo está ciente da gravidade da situação e da necessidade de agir rapidamente.

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Fonte: Sapo

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