Acordo entre OpenAI e Pentágono garante uso seguro de IA

Sam Altman, CEO da OpenAI, anunciou na passada sexta-feira um acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos que permitirá o uso de modelos de inteligência artificial (IA) sob certas “garantias”. Este entendimento surge num contexto em que a segurança e a ética na aplicação da IA são temas cada vez mais debatidos.

Em uma publicação na rede social X, Altman destacou que dois dos princípios fundamentais da OpenAI são a proibição da vigilância em massa e a responsabilidade humana no uso da força, especialmente em sistemas de armas autónomas. O CEO afirmou que o Pentágono concorda com esses princípios, os quais estão refletidos na sua legislação e política, e que foram incorporados no acordo estabelecido entre as partes.

Além disso, Altman mencionou que a OpenAI implementará garantias técnicas para assegurar que os modelos de IA se comportem de acordo com as expectativas, uma exigência também desejada pelo Ministério da Defesa. A empresa disponibilizará engenheiros para trabalhar com o Pentágono, garantindo que o uso de IA se realize apenas em redes na nuvem, uma medida que visa aumentar a segurança.

Este anúncio ocorre após a startup Anthropic ter recusado, por motivos éticos, abrir o seu modelo de IA, conhecido como Claude, sem restrições ao exército americano. Esta decisão gerou críticas por parte da Administração Trump, evidenciando a pressão sobre as empresas de tecnologia para colaborar com o governo.

Sam Altman também expressou a sua esperança de que o Pentágono ofereça condições semelhantes a todas as empresas de IA, promovendo um ambiente de cooperação e diálogo. “Expressámos o nosso forte desejo de ver as coisas acalmarem, longe de ações judiciais e governamentais, para chegar a acordos razoáveis”, escreveu Altman.

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O uso de IA está a transformar diversas indústrias, e este acordo entre a OpenAI e o Pentágono pode ser um passo importante para garantir que essa tecnologia seja utilizada de forma responsável e ética. À medida que o debate sobre a regulamentação da IA continua, é essencial que as empresas e os governos colaborem para estabelecer diretrizes que protejam a sociedade.

Leia também: O futuro da IA e a sua regulamentação global.

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Fonte: ECO

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