O exército de Israel anunciou hoje a realização de ataques a vários locais em Teerão, onde se encontravam líderes iranianos. Esta operação, que contou com a colaboração dos Estados Unidos, visa desmantelar planos que ameaçam a segurança de Israel. As autoridades israelitas estão a avaliar os resultados do ataque para decidir sobre futuras operações.
De acordo com um comunicado das forças armadas israelitas, o ataque ocorreu de forma simultânea em diferentes pontos da capital iraniana, onde altos responsáveis da liderança política e de segurança do Irão estavam reunidos. Embora não tenham sido divulgados nomes específicos, a televisão pública de Israel avançou que entre os alvos estavam o líder supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, e o Presidente Massoud Pezeshkian.
O exército israelita afirmou que está em “alerta máximo” e a “avaliar os resultados do ataque”, preparado como parte de um plano operacional desenvolvido ao longo de meses. Este plano envolveu um esforço de inteligência militar para identificar uma janela de oportunidade, permitindo a execução do ataque assim que os responsáveis do regime iraniano se reunissem.
Uma fonte de segurança israelita revelou que o foco inicial da ofensiva foram “indivíduos de alto nível” envolvidos em estratégias para destruir Israel. A estação de televisão KAN também mencionou que um dos alvos foi Ali Shamkhani, conselheiro do ayatollah e antigo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional. Contudo, ainda não há confirmação sobre se os alvos foram efetivamente atingidos.
Imagens de satélite, segundo o jornal The Jerusalem Post, mostram que um complexo onde o líder supremo do Irão estava localizado foi destruído durante o ataque. No entanto, fontes locais afirmam que Ali Khamenei teria sido retirado do local antes da ofensiva. Além disso, a edição em inglês do jornal Ynetnews noticiou que o comandante da Guarda Revolucionária iraniana, Mohammad Pakpour, terá sido morto nos ataques, embora Teerão tenha negado essa informação.
A situação em Teerão continua a ser monitorizada de perto, com as forças israelitas preparadas para possíveis novas operações. A escalada de tensões na região levanta preocupações sobre as repercussões que este ataque poderá ter nas relações internacionais e na segurança do Médio Oriente.
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Fonte: ECO





