Hoje, várias dezenas de iranianos reuniram-se em frente à embaixada do Irão em Lisboa para celebrar a morte do líder supremo Ali Khamenei. Este evento, promovido pela comunidade iraniana residente em Portugal, teve como objetivo expressar a sua satisfação pela morte do líder e pedir o regresso de Reza Pahlavi, o filho mais velho do último xá do Irão.
Os participantes exibiam bandeiras do Irão com o Leão e o Sol dourados, uma referência à bandeira que antecedeu a atual República Islâmica. Esta bandeira é um símbolo importante para muitos iranianos, representando um período antes da Revolução Islâmica de 1979. Além disso, foram vistas bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, refletindo o apoio a estas nações na luta contra o regime iraniano.
No sábado, um grupo de mais de 30 iranianos também se juntou para levar flores às embaixadas dos Estados Unidos e de Israel em Lisboa, em sinal de agradecimento. Este gesto foi uma forma de reconhecer os esforços destes países para eliminar as “ameaças iminentes” que o Irão representa, segundo os manifestantes.
A morte de Khamenei ocorre num contexto de crescente tensão entre o Irão, Israel e os Estados Unidos. Nos últimos dias, uma vasta operação militar foi iniciada, resultando na morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, além de Khamenei. O Presidente norte-americano, Donald Trump, indicou que esta operação tinha como objetivo o derrube do regime iraniano e incentivou o povo iraniano a assumir o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.
A celebração da morte de Khamenei em Lisboa é um reflexo das divisões e tensões que marcam a política iraniana e a sua diáspora. Muitos iranianos fora do país esperam que esta mudança possa trazer um novo futuro para o Irão.
Leia também: A influência da diáspora iraniana na política portuguesa.
morte de Khamenei morte de Khamenei morte de Khamenei Nota: análise relacionada com morte de Khamenei.
Leia também: IFRS 17: Oportunidade ou desafio para o setor segurador?
Fonte: Sapo





