Documentos do FBI revelam alegações contra Trump no caso Epstein

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos tornou públicos documentos do FBI que incluem entrevistas realizadas em 2019 com uma mulher que fez alegações de abuso sexual contra o ex-Presidente Donald Trump, no contexto do caso Jeffrey Epstein. Esta divulgação surge após um pedido de transparência sobre o material relacionado com Epstein, um financista condenado por crimes sexuais.

Nos documentos, a mulher afirma ter sido vítima de abuso por parte de Trump na década de 1980, quando era menor de idade. A alegada vítima contactou as autoridades após a detenção de Epstein, em julho de 2019, e foi ouvida pelo FBI em quatro ocasiões até outubro desse ano. Durante estas entrevistas, a mulher relatou que Epstein a levou a Nova Iorque ou Nova Jérsia entre os 13 e os 15 anos, onde teria conhecido Trump. Na segunda entrevista, a mulher declarou que Trump teria abusado dela durante essa viagem.

Contudo, na quarta e última entrevista, a mulher recusou-se a fornecer mais detalhes sobre o alegado incidente, o que levanta questões sobre a credibilidade das suas alegações. O Departamento de Justiça esclareceu que os documentos foram tornados públicos após uma revisão interna, que identificou materiais que não haviam sido incluídos na base de dados pública sobre o caso Epstein. As entrevistas foram inicialmente classificadas como duplicados por erro.

A divulgação dos documentos gerou controvérsia, especialmente após a imprensa norte-americana relatar que informações que mencionavam Trump não estavam incluídas no material divulgado anteriormente. Isso levou alguns deputados democratas a acusarem a administração de encobrimento. A Casa Branca, através da sua secretária de imprensa, Karoline Leavitt, rejeitou essas alegações, considerando-as infundadas. “O Presidente Trump foi completamente exonerado com a divulgação do dossiê Epstein”, afirmou a Casa Branca.

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Além disso, em janeiro, o Departamento de Justiça anunciou a liberação de mais de três milhões de páginas de documentos relacionados com Epstein, embora algumas partes tenham sido censuradas. Recentemente, uma comissão do Congresso decidiu convocar a procuradora-geral Pam Bondi para esclarecer a divulgação dos documentos, embora a data ainda não tenha sido definida.

Donald Trump e Jeffrey Epstein mantiveram relações sociais na década de 1990, frequentando os mesmos círculos da alta sociedade em Nova Iorque e na Florida. Trump, no entanto, afirma ter rompido com Epstein muito antes de este ser alvo de investigações. Jeffrey Epstein foi encontrado morto na sua cela em 2019, em circunstâncias que ainda geram especulação.

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Fonte: Sapo

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