O Grupo Generali, que opera em Portugal através da Generali Tranquilidade, anunciou um resultado operacional de 8,0 mil milhões de euros em 2025, o que representa um crescimento de 9,7% em comparação com 2024. Este desempenho positivo foi impulsionado por resultados favoráveis em todos os segmentos de negócio.
O resultado líquido ajustado alcançou 4,3 mil milhões de euros, um aumento de 14,5% em relação ao ano anterior. Sem ajustes, o resultado líquido fixou-se em 4,17 mil milhões de euros, com um crescimento de 12%. Este resultado líquido ajustado inclui correções relacionadas com a amortização de ativos intangíveis de operações de fusões e aquisições, bem como impactos de ganhos e perdas decorrentes de aquisições e alienações.
Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, destacou que estes resultados “confirmam a criação contínua de valor para todos os stakeholders” num ambiente de incerteza. O CEO frisou que os resultados de 2025 marcam o início de um plano estratégico bem-sucedido, denominado ‘Lifetime Partner 27: Driving Excellence’.
Além disso, Donnet enfatizou a aceleração da transformação digital do grupo, que inclui a implementação de inteligência artificial e automação nos seus processos operacionais. A Gestão de Ativos e Património também apresentou um crescimento robusto, com entradas líquidas sólidas. O CEO expressou satisfação com o progresso feito em direção às metas de sustentabilidade do grupo.
O volume de prémios brutos emitidos pelo grupo atingiu 98,1 mil milhões de euros, com um crescimento de 3,6%. O segmento Não Vida foi o principal responsável por este aumento, com um crescimento de 7,6%. A rentabilidade técnica também melhorou, com o Combined Ratio a situar-se em 92,6%.
No que diz respeito ao negócio Vida, a Generali manteve a sua liderança europeia, com entradas líquidas de 13,5 mil milhões de euros, destacando-se a procura por soluções de proteção e saúde. Os ativos sob gestão (AUM) subiram para 900 mil milhões de euros.
A solidez do capital, refletida num rácio de solvência de 219%, permite à Generali aumentar a remuneração aos seus investidores. O Conselho de Administração propôs à Assembleia Geral um aumento do dividendo por ação para 1,64 euros, o que representa um crescimento de 14,7%. Além disso, foi anunciado um programa de recompra de ações no valor de 500 milhões de euros, que será executado em 2026.
Com estes resultados, a Generali sinaliza ao mercado que está a caminho de cumprir as suas metas ambiciosas de sustentabilidade e rentabilidade para 2027, focando-se na excelência técnica e na proximidade com o cliente. Leia também: O impacto da digitalização no setor segurador.
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Fonte: Sapo





