O Presidente da República, António José Seguro, conversou esta tarde com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, para reafirmar o “contínuo e inabalável apoio à Ucrânia” por parte de Portugal e do povo português. Esta comunicação surge num momento em que a situação na Ucrânia continua a ser crítica, após a invasão russa iniciada em fevereiro de 2022.
Segundo uma nota divulgada pela Presidência da República, Seguro expressou o sentimento generalizado em Portugal de admiração pela resiliência e coragem do povo ucraniano. O apoio à Ucrânia é um tema que ressoa fortemente entre os cidadãos portugueses, que têm demonstrado solidariedade e empatia com a situação do país.
Durante a conversa, o Presidente português enfatizou o desejo de que se alcance uma paz abrangente e justa, baseada no respeito pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional. Além disso, Seguro reiterou o apoio à Ucrânia no seu processo de adesão à União Europeia, um passo que muitos consideram crucial para a estabilidade e segurança do país.
Zelensky, por sua vez, agradeceu o forte apoio de Portugal, destacando a importância de garantias de segurança e da ajuda necessária para a reconstrução da Ucrânia. O Presidente ucraniano também elogiou as relações bilaterais entre os dois países e o acolhimento da comunidade ucraniana em solo português.
A invasão russa e as sanções impostas pelos aliados ocidentais têm criado um cenário complexo, com o objetivo de reduzir a capacidade da Rússia de financiar o seu esforço de guerra. Recentemente, os Estados Unidos levantaram temporariamente o embargo ao comércio de petróleo russo, uma decisão que gerou críticas por parte da Ucrânia e da União Europeia, refletindo a tensão contínua na região.
O apoio à Ucrânia é um tema que continua a ser debatido em Portugal, com muitos a questionarem as implicações das decisões internacionais e a necessidade de um compromisso firme por parte das nações aliadas. Leia também: O impacto das sanções na economia russa.
apoio à Ucrânia Nota: análise relacionada com apoio à Ucrânia.
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Fonte: ECO





