Nunca é tarde para começar a investir: dicas essenciais

Investir é uma prática que pode ser iniciada em qualquer fase da vida. Eduardo Nunes, sub-diretor do banco BiG, afirma que “nunca é demasiado tarde” para começar a investir. Durante a sessão “Investir em 2026: Que temas globais impactam os mercados?”, inserida na Semana da Formação Financeira 2026 do Doutor Finanças, Nunes sublinhou que “os mercados financeiros são para todos”.

As palestras, que incluíram também Mário Brandão, responsável pela área de Private do Bison Bank, abordaram temas cruciais como a inflação, a importância do tempo nos investimentos e a necessidade de diversificação das carteiras.

Um dos pontos centrais discutidos foi o impacto da inflação nas finanças pessoais. Mário Brandão destacou que “é obrigatório falar de inflação quando falamos de mercados financeiros”. Para ele, o principal objetivo ao investir deve ser “bater a inflação”. Eduardo Nunes concorda e alerta que “o poder de compra é invisivelmente corroído” pela inflação. Além disso, enfatiza que manter o dinheiro parado pode ser mais arriscado do que investir de forma consistente.

Investir em ações é uma das recomendações de Mário Brandão. Ele afirma que “não há dúvida nenhuma sobre isso”, referindo-se ao histórico positivo do mercado de ações nos últimos 25 anos. No entanto, ele também adverte que é necessário ter a capacidade de lidar com a desvalorização temporária do dinheiro. O segredo, segundo os especialistas, é investir a longo prazo, pois “o tempo é o conselheiro número um”.

Outro aspecto fundamental é a diversificação. Os investidores devem diversificar a sua carteira através de diferentes geografias, setores e classes de ativos. Mário Brandão recomenda manter uma percentagem em liquidez para evitar vendas em momentos de queda do mercado. Eduardo Nunes acrescenta que é importante conhecer os mercados emergentes, como China e Brasil, que podem oferecer boas oportunidades.

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Antes de começar a investir, Eduardo Nunes aconselha que as pessoas se conheçam a si mesmas. “Antes de conhecer os mercados, temos de nos conhecer a nós próprios”, diz. O autoconhecimento ajuda a definir a melhor forma de aplicar o dinheiro, tendo em conta os objetivos pessoais. Cada investidor deve aplicar valores que se sintam confortáveis, evitando o stress financeiro.

A fase da vida e os objetivos também influenciam a composição da carteira. Mário Brandão explica que uma pessoa mais velha pode optar por uma postura mais defensiva, enquanto um jovem de 25 anos pode ter um portefólio mais agressivo, pois o tempo está a seu favor.

Por fim, Eduardo Nunes destaca que temas como a inteligência artificial e os desafios geopolíticos, especialmente após a guerra no Médio Oriente, vão marcar o cenário de investimentos em 2026. Ele recomenda que os investidores mantenham o foco no longo prazo, mesmo em tempos de incerteza.

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Fonte: Doutor Finanças

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