Estudantes de Finanças do ISEG exploram Frankfurt e o BCE

Na manhã de um dia ensolarado, o economista João Duque, do ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão, ajusta o nó da gravata de um dos seus alunos, enquanto se prepara para uma viagem de quatro dias a Frankfurt. Este grupo, composto por 68 estudantes do mestrado em Finanças, não é apenas de Portugal; inclui também alunos de países como Colômbia, Alemanha, Brasil e Tunísia. O objetivo da visita é claro: conhecer instituições financeiras de renome, incluindo o Banco Central Europeu (BCE) e a bolsa alemã, Deutsche Börse.

Durante a estadia, os alunos têm a oportunidade de interagir com antigos estudantes do ISEG que agora trabalham em instituições como o BCE e o Morgan Stanley. As perguntas surgem sem hesitação, desde questões sobre a vida profissional até detalhes sobre a cultura de trabalho na maior economia da Europa. Dina Diniz Henriques, analista sénior do BCE, partilha a sua experiência, sublinhando que o caminho para o sucesso é feito de oportunidades que devem ser aproveitadas.

A viagem, que faz parte do currículo do mestrado, permite aos alunos sair da sala de aula e confrontar-se com a realidade do mercado financeiro. João Duque, presidente do ISEG, expressa o seu orgulho pelos alunos e pela importância de proporcionar uma educação que vá além do técnico, enfatizando a necessidade de uma abordagem mais humana.

Maria Afonso, uma das alunas, revela o seu desejo de trabalhar no Ministério das Finanças, mas também a sua vontade de explorar oportunidades em Portugal, em vez de seguir apenas para o exterior. A conversa entre os estudantes revela uma preocupação comum: a diferença salarial entre Portugal e outros países europeus. Muitos estão atentos às oportunidades que surgem, especialmente em relação a salários mais elevados.

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Peter Dovganik, um aluno com uma formação diversificada, fala sobre a sua ambição de se tornar gestor de fundos. Para ele, a capacidade de controlar resultados é uma motivação forte. A interação com profissionais do setor, como executivos da Deloitte e do Deutsche Bank, enriquece a experiência dos alunos, que também aproveitam para atualizar os seus currículos e perfis no LinkedIn.

No final da viagem, os alunos dividem-se em grupos de acordo com os seus interesses, explorando museus e outras atrações em Heidelberg. A visita ao Museu do Dinheiro do Bundesbank, onde está exposta uma barra de ouro de 12,5 quilogramas, é um dos pontos altos da jornada.

A experiência em Frankfurt não é apenas uma oportunidade de aprendizado, mas também um momento de construção de redes e amizades que podem ser valiosas no futuro profissional de cada um. Ao regressar a Lisboa, os alunos trazem consigo não apenas novos conhecimentos, mas também a motivação para enfrentar os desafios do mundo financeiro.

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Fonte: ECO

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