O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai realizar uma visita oficial a Pequim nos dias 14 e 15 de maio. Esta deslocação, que estava inicialmente agendada para o final de março ou início de abril, foi adiada devido ao conflito militar entre os EUA e o Irão. A informação foi confirmada pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, durante uma conferência de imprensa.
Leavitt destacou que o encontro entre Trump e o Presidente chinês, Xi Jinping, é muito aguardado. Questionada sobre se a nova data foi escolhida em função de um eventual desfecho do conflito no Médio Oriente, a porta-voz sugeriu que sim. “Sempre estimámos que a guerra ia durar aproximadamente entre quatro a seis semanas, pode fazer as contas”, afirmou.
A visita de Trump a Pequim é significativa, uma vez que representa a continuidade das relações entre os dois países, que têm enfrentado tensões comerciais e políticas. O Presidente norte-americano já havia mencionado, na semana passada, que planeava visitar a China dentro de “cinco ou seis semanas”. “Mantemos excelentes relações de trabalho com a China, por isso iremos lá dentro de cinco ou seis semanas”, disse Trump aos jornalistas na Casa Branca.
O adiamento da visita foi uma decisão de Trump, que expressou a necessidade de estar presente nos EUA para acompanhar as operações militares contra o Irão. “Quero estar aqui [em Washington] por causa da guerra [no Médio Oriente]. Sinto que preciso de estar aqui”, afirmou, revelando que pediu à China para adiar a visita cerca de um mês.
Caso se concretize, esta será a segunda visita de Trump ao país asiático, após a primeira realizada em 2017, durante o seu primeiro mandato. Os dois líderes encontraram-se pela última vez em outubro do ano passado, na Coreia do Sul. A visita de Trump a Pequim é, portanto, um momento crucial para o fortalecimento das relações bilaterais e para a discussão de temas económicos e de segurança.
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Fonte: ECO





