O primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmou esta sexta-feira que não está em consideração qualquer intervenção ao nível do IVA, especialmente no que diz respeito aos bens alimentares essenciais. Esta declaração surge no contexto das preocupações com o aumento dos custos dos combustíveis e a instabilidade nos mercados internacionais. Montenegro sublinhou que o objetivo é “não alimentar falsas expectativas” junto das famílias e empresas.
Durante uma conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o primeiro-ministro esclareceu que “não está programada nenhuma intervenção ao nível do IVA, nem no cabaz alimentar”. No que toca aos combustíveis, Montenegro afirmou que não é necessária qualquer medida, uma vez que o Governo já anulou o efeito do IVA no aumento dos preços, através de uma redução correspondente no Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP).
Apesar de descartar o regresso do IVA zero, o chefe do Governo deixou em aberto a possibilidade de estudar “várias alternativas” que poderão ser implementadas nas próximas semanas ou meses. Esta análise dependerá da evolução da situação internacional e do impacto que esta possa ter nos preços dos bens essenciais.
A posição do Governo reflete uma abordagem cautelosa face a um cenário económico instável, onde o aumento dos preços pode afetar significativamente o poder de compra das famílias. O primeiro-ministro reiterou que o foco está em encontrar soluções que não comprometam a sustentabilidade económica do país.
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Com a rejeição do IVA zero, as famílias portuguesas continuam a enfrentar desafios no que diz respeito ao custo de vida. O Governo, por sua vez, promete acompanhar a situação e avaliar a necessidade de novas medidas de apoio, caso a instabilidade nos mercados se agrave.
IVA zero IVA zero IVA zero Nota: análise relacionada com IVA zero.
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Fonte: ECO





