EUA não apoiarão aliados da NATO e alertam sobre Cuba

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações alarmantes sobre o compromisso do seu país com a NATO, afirmando que os EUA “não têm de estar lá” para apoiar os aliados em caso de necessidade. Durante um fórum de investimento em Miami, Trump criticou os países da aliança atlântica por não terem mobilizado recursos para a região do Irão, onde, há quase um mês, uma operação conjunta dos EUA e Israel resultou na morte do líder supremo iraniano, Ayatollah Ali Khamenei.

As dúvidas sobre a lealdade de Trump à NATO não são novas, mas as suas palavras recentes reacenderam essas preocupações. O Presidente norte-americano expressou descontentamento pelo que considera uma falta de apoio dos aliados, afirmando que “nós estivemos sempre lá para eles”, mas questionando por que razão os EUA deveriam continuar a fazê-lo se os aliados não retribuíram o apoio.

Além de criticar a NATO, Trump lançou um aviso sobre Cuba, afirmando que “Cuba é a próxima”. Desde a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, a ilha tem enfrentado sérios problemas energéticos, especialmente após a interrupção do fornecimento de petróleo. Trump insinuou que a situação em Cuba poderia levar a uma intervenção norte-americana, referindo-se a um possível “takeover amigável”, mas deixando no ar a possibilidade de que não seja tão amigável assim.

Durante o seu discurso, Trump afirmou: “Eu construí este grande exército. Disse ‘nunca o teremos de usar’. Mas às vezes tens de usá-lo. Cuba é a próxima, já agora.” A sua retórica provocativa e irónica, ao pedir aos jornalistas que “finjam que não disse” essas palavras, apenas intensificou a incerteza sobre a política externa dos EUA.

As declarações de Trump levantam questões sobre o futuro da NATO e a posição dos EUA no cenário internacional. A falta de apoio militar aos aliados pode ter repercussões significativas, especialmente em tempos de tensão global. A situação em Cuba, por sua vez, continua a ser uma preocupação crescente, com o Presidente a insinuar que a intervenção militar pode estar no horizonte.

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Leia também: A relação entre os EUA e a NATO em tempos de crise.

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Fonte: ECO

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