O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, anunciou que a proposta de reforma da legislação laboral apresentada pelo Governo será rejeitada pelo partido, tal como está. Esta declaração foi feita durante o encerramento do 25.º Congresso Nacional do PS, que decorreu em Viseu, onde estiveram presentes diversos parceiros sociais, incluindo sindicatos e representantes de empregadores.
Carneiro sublinhou que a proposta do Governo visa “dinamitar os progressos alcançados com a Agenda do Trabalho Digno”, acusando a administração de estar “do lado do passado”. O líder do PS, reeleito sem oposição, deixou claro que o partido não se posiciona como um defensor do imobilismo e que está aberto ao diálogo social, mas defendeu que a legislação laboral precisa de melhorias significativas.
O secretário-geral do PS destacou que as alterações devem ter como objetivo garantir empregos de qualidade, enfrentar os desafios da transição digital e verde, e assegurar condições de trabalho mais seguras. Além disso, enfatizou a importância de combater a desigualdade salarial entre homens e mulheres.
Carneiro apresentou o PS como o partido mais reformista em Portugal, afirmando que a formação política se assume como uma “alternativa séria de Governo”. Prometeu “estabilidade sem imobilismo” e “responsabilidade sem resignação”, reiterando que o PS é um “laboratório de futuro” que se compromete a agir na próxima década para tornar Portugal um país melhor.
O líder socialista afirmou que os cidadãos desejam uma resposta que combine estabilidade e mudança com segurança e credibilidade. “É essa resposta que o Partido Socialista assume como sua responsabilidade”, concluiu.
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Fonte: Sapo





