Pagamentos em atraso nas entidades públicas sobem para 369,7 milhões

Os pagamentos em atraso das entidades públicas em Portugal atingiram 369,7 milhões de euros no mês de fevereiro, marcando um aumento de 5,8 milhões de euros em comparação com o mesmo período do ano anterior. Este dado foi revelado na recente síntese de execução orçamental, que também indicou um crescimento de 34,5 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A análise dos números mostra que a subida dos pagamentos em atraso é, em grande parte, atribuída a um aumento significativo na área da saúde, que contribuiu com 28,8 milhões de euros. Além disso, as Entidades Públicas Reclassificadas também apresentaram um aumento de 9,5 milhões de euros. Por outro lado, houve uma diminuição nos pagamentos em atraso na Administração Regional, que registou uma queda de 27,1 milhões de euros, e na Administração Local, que viu uma redução de 6,9 milhões de euros.

O aumento mensal dos pagamentos em atraso é especialmente notável, sendo que as entidades da área da saúde foram responsáveis por 17,4 milhões de euros deste crescimento. A Administração Regional também teve um papel relevante, com um aumento de 17,3 milhões de euros. Estes dados levantam preocupações sobre a gestão financeira das entidades públicas e a capacidade de honrar os compromissos financeiros.

A situação dos pagamentos em atraso é um indicador importante da saúde financeira do setor público e pode ter implicações significativas para a economia em geral. A monitorização contínua destes valores é essencial para garantir a transparência e a eficiência na gestão dos recursos públicos.

Leia também: O impacto dos pagamentos em atraso na economia nacional.

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Fonte: Sapo

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