Trump ameaça farmacêuticas com tarifas de 100% sobre medicamentos

A administração de Donald Trump anunciou um ultimato às farmacêuticas, ameaçando com tarifas de 100% sobre os medicamentos de marca importados para os Estados Unidos. Esta medida, divulgada na quinta-feira pela Reuters, visa pressionar os fabricantes a aceitarem acordos que visem a redução dos preços dos medicamentos ou a transferência da produção para o território norte-americano.

Com um prazo de 120 dias para as grandes farmacêuticas e 180 dias para as pequenas, a administração Trump espera que as empresas apresentem planos que evitem a aplicação destas tarifas. As farmacêuticas que optarem por transferir a produção para os Estados Unidos poderão beneficiar de uma redução da tarifa para 20%. Além disso, aquelas que firmarem acordos específicos ficarão isentas de tarifas.

Até agora, os Estados Unidos já estabeleceram acordos com 17 farmacêuticas, incluindo gigantes como a Pfizer e a Eli Lilly. A administração também esclareceu que países que já têm acordos comerciais com Washington, como a União Europeia, Japão, Coreia do Sul e Suíça, terão uma taxa aduaneira reduzida a 15%. Para o Reino Unido, essa tarifa será ainda mais baixa, fixando-se em 10%. Segundo a administração, a produção pode continuar fora dos Estados Unidos para essas nações devido aos acordos comerciais existentes.

Além das tarifas sobre medicamentos, a administração Trump anunciou também a imposição de tarifas de 25% sobre o aço, alumínio e derivados do cobre, caso estes produtos contenham pelo menos 15% de metal. Esta estratégia parece ser parte de um esforço mais amplo para proteger a indústria norte-americana e garantir preços mais acessíveis para os consumidores.

A pressão sobre as farmacêuticas e a introdução de tarifas elevadas podem ter um impacto significativo no mercado de medicamentos, levando a uma reavaliação das estratégias de produção e preços. As empresas terão de ponderar cuidadosamente as suas opções para evitar custos adicionais que possam afetar tanto a sua rentabilidade como a acessibilidade dos medicamentos para os cidadãos norte-americanos.

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Fonte: ECO

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