Startup portuguesa aumenta vendas do festival Meo Marés Vivas

A Fullvenue, uma startup portuguesa, tem vindo a revolucionar a forma como as empresas segmentam o seu público e maximizam as receitas. Recentemente, a empresa estabeleceu uma parceria estratégica com a PEV Entertainment, responsável pela organização do festival de verão Meo Marés Vivas, que resultou em resultados impressionantes.

Jorge Lopes, presidente executivo da PEV Entertainment, afirmou ao Jornal Económico que esta colaboração representou “uma mudança de paradigma”, com “resultados imediatos”. No último ano, o festival registou um aumento de 68% no ROAS (Return on Advertising Spend), uma métrica que indica a receita gerada para cada euro investido em publicidade. Além disso, o valor médio dos pedidos subiu 58%, enquanto o custo por aquisição aumentou apenas 6%.

Para Lopes, a parceria com a Fullvenue é um modelo a seguir. “O impacto nos resultados é tangível e permite-nos avaliar em tempo real se as estratégias adotadas estão a gerar valor”, referiu. A colaboração focou-se na segmentação de audiências, direcionando a publicidade do festival para os amantes de música e frequentadores de festivais, utilizando plataformas como a Meta.

No ano passado, o festival vendeu cerca de 78 mil bilhetes, com uma média de 40 mil pessoas por dia a assistir aos concertos. A Fullvenue tem trabalhado com diversos parceiros, tanto nacionais como internacionais, especialmente nas áreas de desporto e entretenimento. Recentemente, a startup lançou uma nova ferramenta através da sua marca Clustie, que ajuda as empresas a interpretar e otimizar os seus resultados.

Apesar dos resultados positivos, Jorge Lopes alertou para os desafios que o setor dos festivais enfrenta, especialmente em relação ao aumento dos custos das matérias-primas. “Estamos preocupados com este aumento, pois pode afetar os orçamentos dos festivais e, consequentemente, os preços dos bilhetes”, afirmou. Contudo, ele enfatizou que o objetivo é “não aumentar os preços”.

Leia também  Catawiki vende mais de 100 milhões em artigos de luxo em Portugal

Ainda assim, Lopes acredita que a indústria dos festivais se encontra numa boa fase. “O mercado acaba por fazer uma triagem, e os consumidores escolhem os festivais que mais os atraem e que demonstram consistência”, explicou. Para este ano, as expectativas são elevadas, e não se espera que a atual situação no Médio Oriente afete as vendas de bilhetes. “Historicamente, os conflitos não têm impacto nos festivais, que acabam por ser um escape em tempos difíceis”, destacou.

Este ano, o festival vai mudar de localização, deixando Vila Nova de Gaia, onde se realizou nos últimos anos, para se fixar na Praia do Aterro, em Matosinhos. Esta nova localização tem “capacidade para crescer”, o que é crucial para o futuro do evento. Contudo, a lotação será mantida em 120 mil pessoas para os três dias do festival, que ocorrerá de 17 a 19 de julho. Lopes garantiu que, apesar da mudança, o festival manterá a sua essência, com cinco palcos e a icónica roda gigante.

Leia também: O impacto da tecnologia nos festivais de música.

Fullvenue Fullvenue Nota: análise relacionada com Fullvenue.

Leia também: Investimento em CVS Health: O que esperar em 2026?

Fonte: Sapo

Simular quanto pode poupar nos seus seguros!

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top