A Marinha Portuguesa anunciou o envio da fragata D. Francisco de Almeida para o Báltico, numa missão da NATO com o objetivo de monitorizar a atividade russa na região. Esta operação, que conta com uma guarnição de 165 militares, é uma das várias que a Marinha realiza anualmente no âmbito do compromisso com a Aliança Atlântica.
A fragata D. Francisco de Almeida integra a Operação Brilliant Shield, inserindo-se em um dos quatro Grupos Tarefa da NATO que operam no Mar Báltico. De acordo com um porta-voz da Marinha Portuguesa, esta missão é crucial para a segurança da região, pois visa monitorizar os meios navais e aéreos da Federação Russa. A presença da fragata D. Francisco de Almeida contribui para a dissuasão e reforço das capacidades navais da NATO em áreas estratégicas.
Além da fragata, Portugal também está representado na região através da Força Aérea Portuguesa, que enviou quatro caças F-16M e até 95 militares para a Base Aérea de Ämari, na Estónia. Esta missão, conhecida como enhanced Air Policing 2026 (eAP26), é parte do esforço contínuo da NATO para garantir a defesa coletiva na área do Báltico. A Força Aérea já executou várias missões de policiamento aéreo nesta região, sendo esta a nona operação do género e a segunda a partir da base de Ämari.
A fragata D. Francisco de Almeida e os militares destacados estão preparados para permanecer na região até ao final da missão, que se prolongará por vários meses. Este tipo de empenhamento é essencial para manter a estabilidade e a segurança na Europa, especialmente em tempos de crescente tensão geopolítica.
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fragata D. Francisco de Almeida Nota: análise relacionada com fragata D. Francisco de Almeida.
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Fonte: ECO





