A Proença de Carvalho assessorou a Portugal Ventures, parte do Grupo Banco Português de Fomento, no seu desinvestimento da Fever, uma plataforma de venda de bilhetes para eventos culturais. Esta operação permitiu à sociedade de capital de risco obter um retorno médio de cerca de 15 vezes o investimento realizado em 2016.
O desinvestimento da Fever foi uma operação complexa, não só pela sua natureza internacional, envolvendo várias jurisdições, incluindo a americana, mas também pela participação de diversas entidades em mais de três países diferentes. A complexidade fiscal associada à articulação de diferentes sistemas tributários internacionais também foi um desafio significativo, conforme indicado pela Proença de Carvalho em comunicado.
A equipa da Proença de Carvalho que esteve à frente desta operação foi liderada pelo sócio André Matias de Almeida, com a colaboração dos advogados Manuel Bruschy Martins, Bruno Matias e Madalena Batalha Reis. A componente fiscal foi coordenada pela sócia Bárbara Schürmann, que também desempenhou um papel crucial na estruturação da operação.
A Fever, fundada em 2014, tem-se destacado como uma plataforma inovadora, tendo registado mais de 300 milhões de utilizadores no último ano, atuando em mais de 40 países. Neste momento, a Portugal Ventures detém um portefólio de 148 empresas e gere 288 milhões de euros. A sociedade de capital de risco tem como foco o investimento em startups que oferecem soluções inovadoras e que demonstram potencial de internacionalização, nas áreas de Digital & Indústria, Tecnologias da Saúde e Turismo. Desde 2012, a Portugal Ventures já investiu 231,7 milhões de euros em 256 empresas.
Este desinvestimento na Fever é um exemplo claro da estratégia da Portugal Ventures em maximizar o retorno dos seus investimentos, ao mesmo tempo que continua a apoiar o crescimento de startups em Portugal e no estrangeiro. Leia também: O impacto das startups na economia nacional.
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Fonte: ECO





