Os preços de arrendamento em Portugal mantiveram uma tendência de ligeiro aumento entre janeiro e março de 2026, conforme revela o Observatório Imobiliário em Portugal do Doutor Finanças. O valor médio do metro quadrado (m²) subiu 0,62%, passando de 16,03 euros para 16,13 euros, com uma média trimestral de 16,14 euros/m².
Santarém e Évora destacaram-se como os distritos com as maiores variações de preço, com Santarém a liderar o aumento, registando uma subida de 3,6%. Faro e a Região Autónoma dos Açores também se destacaram, com aumentos de 3,4% e 3,2%, respetivamente. Por outro lado, Lisboa, apesar de continuar a ser a cidade mais cara para arrendar, teve um aumento modesto de apenas 0,1%, com o preço do m² a fixar-se em 20,79 euros em março.
No total, 11 distritos e os Açores assistiram a um aumento nos preços de arrendamento. Em contrapartida, cinco distritos, incluindo Guarda e Bragança, mantiveram os preços inalterados. Évora (-3,9%), a Região Autónoma da Madeira (-2,8%) e o Porto (-0,5%) foram as únicas áreas a registar descidas nos preços.
Além de Lisboa, que continua a ser a mais cara, Faro segue na lista com 16,62 euros/m², enquanto a Madeira e o Porto apresentam preços de 15,92 euros/m² e 14,06 euros/m², respetivamente. Na média trimestral, a Madeira ocupa o segundo lugar, com 16,05 euros/m², seguida por Faro e Porto.
Os distritos com os preços mais baixos para arrendamento são Vila Real (5,20 €/m²), Guarda (5,24 €/m²) e Viseu (5,27 €/m²). O Observatório Imobiliário permite uma análise mais detalhada, incluindo os municípios mais caros e baratos de cada distrito.
Por exemplo, em Aveiro, Espinho é o município mais caro com 11,32 €/m², enquanto Vale Cambra é o mais barato com apenas 2,50 €/m². Em Beja, Odemira destaca-se como o mais caro com 17,96 €/m², enquanto Castro Verde é o mais acessível com 6,42 €/m².
Os dados do Observatório Imobiliário são fundamentais para entender as dinâmicas do mercado de arrendamento em Portugal. Para mais informações sobre as tendências de preços, não deixe de acompanhar as atualizações regulares.
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Fonte: Doutor Finanças





