A nova exposição “Turn Around. Um olhar sobre a Coleção de Arte Fundação EDP” no MAAT Central apresenta uma reflexão profunda sobre a condição humana através da arte. Com cerca de 90 obras de 58 artistas, a mostra é uma continuação do núcleo original inaugurado em fevereiro, que agora se expande com mais de 60 novas peças. Esta iniciativa visa destacar as continuidades e rupturas na produção artística nacional, permitindo uma visão abrangente da evolução da criação portuguesa nas últimas décadas.
A experiência começa com a obra sonora de Luísa Cunha, que nos convida a olhar para nós mesmos e o nosso entorno. A escultura de Manuel Baptista e Jorge Molder, parte da série “Condição Humana”, provoca uma reflexão sobre as tensões da vida contemporânea. João Pinharanda, um dos curadores, destaca que a arte também serve para abordar questões difíceis, e esta exposição não é exceção.
Entre os artistas em destaque, encontramos nomes como António Areal, Ana Hatherly, Joana Vasconcelos e Rui Chafes. Cada obra é uma janela para o diálogo entre gerações e linguagens, refletindo a diversidade e a riqueza da arte em Portugal. O objetivo é claro: evidenciar a evolução da criação artística, trazendo à tona as nuances que a compõem.
Além do MAAT, Lisboa oferece outros espaços que celebram a arte. O Museu do Oriente, que comemora 18 anos, explora as interações entre Oriente e Ocidente. O MACAM apresenta a coleção Armando Martins, que abrange mais de 600 obras desde o final do século XIX. O Pavilhão Julião Sarmento, por sua vez, acolhe a exposição “Depois de Para Sempre”, com obras de Fernando Calhau e Rui Chafes.
A arte, como disse o filósofo José Gil, é uma forma de inteligência que nos provoca e nos faz questionar. A exposição “Turn Around” é uma oportunidade para explorar essas questões e mergulhar nas sensações que a arte nos proporciona.
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Fonte: Sapo





