O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou à China na quarta-feira, provocando uma onda de otimismo nos mercados financeiros. A expectativa em torno do encontro de dois dias entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, tem gerado um ambiente positivo, com os investidores a registarem ganhos significativos.
Hoje, os dois líderes terão uma reunião crucial, onde discutirão diversos temas, incluindo as relações comerciais entre os dois países e as tarifas que têm sido motivo de tensão. Trump já adiantou que a situação no Irão não será abordada, afirmando que os EUA têm a “situação sob controlo”. No entanto, a China expressou preocupações sobre a instabilidade no Médio Oriente, que continua a ser um tema sensível.
A presença de CEOs de grandes empresas, como Elon Musk e Tim Cook, na comitiva de Trump, também contribuiu para a confiança dos mercados. A expectativa é que este encontro possa resultar em “entendimentos importantes” que beneficiem as economias de ambos os países. O clima de expectativa é palpável, especialmente com as negociações no Médio Oriente a enfrentarem um impasse, o que tem impactado o preço do petróleo, que se mantém acima dos 100 dólares por barril.
Na quarta-feira, foi divulgado o PIB da Zona Euro, que caiu para 0,8% no primeiro trimestre do ano, enquanto o PIB da União Europeia também registou uma descida, fixando-se em 1%. Estes dados económicos são um lembrete da fragilidade do crescimento na região, o que torna ainda mais relevante o que poderá sair das conversações entre Trump e Xi.
Além disso, esta quinta-feira, enquanto os dois presidentes se reúnem, será divulgado o PIB do Reino Unido e as vendas a retalho nos Estados Unidos, dados que poderão influenciar ainda mais o sentimento dos investidores. Também estão previstas a publicação de resultados financeiros de empresas como a Telefónica, Merlin e Applied Materials, que poderão dar uma nova dimensão ao panorama económico.
A visita de Trump à China é, sem dúvida, um momento decisivo que poderá moldar as relações comerciais entre as duas potências e impactar os mercados internacionais. À medida que os líderes se sentam à mesa, o mundo observa com atenção as possíveis repercussões das suas decisões.
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Fonte: Sapo





