Philippe Vergne, atual Diretor do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, anunciou que deixará as suas funções no final de julho de 2026. A decisão foi tomada a seu pedido, após sete anos à frente da instituição, que se tornou um dos principais polos culturais em Portugal.
O Conselho de Administração da Fundação de Serralves confirmou a saída de Vergne através de um comunicado, onde também foi revelado que o processo para encontrar o seu sucessor será iniciado de imediato. A fundação assegura que a transição será feita de forma fluida, permitindo que o Museu de Serralves mantenha a sua dinâmica e programação cultural.
Apesar de deixar a direção, Philippe Vergne continuará a colaborar com a instituição, contribuindo para a curadoria de várias exposições que estão agendadas para este ano. Esta continuidade é vista como uma forma de garantir que o legado de Vergne se mantenha vivo dentro do Museu de Serralves.
Além disso, a programação cultural para 2027 já foi elaborada por Vergne e formalmente apresentada ao Conselho de Administração, o que demonstra o seu compromisso com a instituição até à sua saída. A administração de Serralves expressou um “profundo reconhecimento” pelo trabalho desenvolvido por Vergne desde 2019, destacando a sua contribuição na promoção de artistas e exposições de relevância internacional.
O impacto de Philippe Vergne no Museu de Serralves é inegável, tendo elevado o posicionamento da instituição no panorama artístico global. O seu trabalho ajudou a consolidar Serralves como um espaço de referência para a arte contemporânea, atraindo visitantes e artistas de todo o mundo.
No final do comunicado, a fundação desejou a Vergne votos de sucesso nos seus futuros projetos profissionais, reconhecendo a importância da sua liderança ao longo dos anos. O Museu de Serralves, que se prepara para uma nova fase, continua a ser um símbolo da cultura e da arte contemporânea em Portugal.
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Museu de Serralves Nota: análise relacionada com Museu de Serralves.
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Fonte: Sapo





