Arlindo Oliveira e Inês Lynce discutem futuro da IA em Portugal

No mais recente episódio do Podcast .IA, Arlindo Oliveira, presidente do INESC e especialista em inteligência artificial, partilha uma análise crítica sobre a posição da União Europeia na corrida global pela tecnologia. Oliveira destaca a necessidade de equilibrar a qualidade de vida e os direitos humanos, características distintivas da Europa, com a ambição das economias asiáticas em desenvolver tecnologias avançadas, incluindo a inteligência artificial.

O episódio reflete uma sensação crescente de que o futuro pode ser mais promissor do que o passado, uma ideia que Oliveira associa a países como a China, em contraste com a situação no Velho Continente e nos Estados Unidos. Ele não hesita em abordar os desafios que a inteligência artificial pode trazer, como a “atrofia cognitiva” resultante do uso excessivo de IA generativa, mesmo entre profissionais da área.

Na segunda parte do podcast, Inês Lynce, presidente do INESC-ID e também uma referência na área da inteligência artificial em Portugal, apresenta o SAIL – Sustainable Artificial Intelligence Laboratory. Este laboratório acaba de ser selecionado para receber um financiamento de 27,2 milhões de euros do fundo Horizonte Europa, com o objetivo de desenvolver uma inteligência artificial sustentável e responsável, que tenha um impacto positivo na economia e na sociedade.

Lynce descreve o SAIL como um projeto de capacitação que visa a melhoria e a criação de novas entidades focadas na IA. “É uma oportunidade única para termos um impacto a nível nacional e internacional que seja diferente”, afirma a investigadora. O SAIL promete ser um marco no desenvolvimento de tecnologias que respeitem os princípios éticos e sustentáveis, alinhando-se com as necessidades contemporâneas.

A conversa entre Oliveira e Lynce revela não apenas os desafios e oportunidades que a inteligência artificial apresenta, mas também a importância de uma abordagem responsável e ética no seu desenvolvimento. Através de iniciativas como o SAIL, Portugal pode posicionar-se como um líder na área da inteligência artificial sustentável.

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Fonte: ECO

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