CSA celebra um ano com 30 clientes e antecipa “agentificação” em 2026

Um ano após a sua entrada no mercado português, a Customer Science & Analytics (CSA), uma joint venture da Havas Media Network e da Fullsix, apresenta um balanço positivo da sua atividade. Com um crescimento superior a 60%, a CSA solidificou-se como um importante player na área de dados, analytics e tecnologia.

A operação da CSA em Portugal está alinhada com a visão global da empresa para 2026, que se centra na transição da fase experimental da inteligência artificial para uma implementação prática e orientada para resultados. Durante 2025, a CSA apoiou mais de 20 clientes de diversos setores, incluindo banca, hotelaria e retalho, na reorganização dos seus ecossistemas de dados e na integração de diferentes fontes de informação. Entre os clientes estão empresas de renome como Sonae MC, NOS e Super Bock.

Com mais de 30 clientes ativos no início de 2026, a CSA vê este crescimento como um reflexo da procura crescente por soluções que combinam dados, tecnologia e tomada de decisão. A empresa também destaca a importância das parcerias estratégicas com gigantes como Salesforce e Google, que têm sido fundamentais para o seu sucesso.

A CSA acredita que 2026 será um ano crucial para a integração da inteligência artificial nas operações das marcas. Apesar do avanço, muitas organizações ainda enfrentam desafios, como a fragmentação tecnológica e a dificuldade em demonstrar o impacto da IA nos resultados financeiros. Segundo Guilherme Coelho, Managing Partner da CSA, “não podemos ajudar os nossos clientes a operacionalizar a IA se não o fizermos primeiro dentro da nossa própria organização”.

A empresa defende que o próximo passo é a “agentificação dos dados”, que consiste na criação de sistemas autónomos que apoiem e automatizem decisões de negócio de forma controlada. “Em 2026, a questão não será se as marcas usarão IA, mas sim como a integrarão eficazmente nos seus processos e decisões”, afirma a CSA, referindo que apenas 15% das organizações estão a alcançar este objetivo.

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Para enfrentar estes desafios, a CSA planeia continuar a investir em talento e em modelos de trabalho híbridos, sublinhando que a adoção da inteligência artificial traz valor apenas quando suportada por estruturas robustas de dados e processos. Guilherme Coelho acrescenta que “a agentificação só gera valor se estiver baseada em dados bem estruturados e processos claros”.

Leia também: O impacto da inteligência artificial nas empresas em 2023.

agentificação dos dados agentificação dos dados agentificação dos dados agentificação dos dados Nota: análise relacionada com agentificação dos dados.

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Fonte: Sapo

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