António José Seguro: cinco anos em Belém e saudação nos Açores

António José Seguro foi recebido com entusiasmo nas ruas de Angra do Heroísmo, nos Açores, onde celebrou três meses como Presidente da República. Durante um passeio pelo centro histórico da cidade, classificado como Património Mundial da Humanidade, Seguro comentou sobre um possível segundo mandato, afirmando que “para já” são cinco anos em Belém.

O dia começou com o hastear da bandeira no Pátio da Alfândega, dando início às comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas na ilha Terceira. Enquanto António José Seguro percorria a Rua Direita, o ex-Presidente Marcelo Rebelo de Sousa também estava presente na ilha, mas os dois não se cruzaram.

Durante a sua caminhada, que durou cerca de uma hora e meia, António José Seguro cumprimentou os residentes, turistas e emigrantes, recebendo palmas e acenos de apoio. Uma funcionária de uma loja elogiou-o, dizendo: “Muito obrigada por mandar no nosso país, porque você é uma pessoa, entre aspas, como Deus.” O Presidente respondeu humildemente: “Muito obrigado, minha senhora, mas eu sou só um português, simples, como a senhora.”

Em conversa com um idoso que expressou o desejo de que Seguro permanecesse como Presidente “até ao resto dos seus dez anos”, o chefe de Estado reiterou: “Para já, cinco; para já, cinco.” Este momento reflete a popularidade que António José Seguro tem conseguido conquistar desde que assumiu o cargo.

Acompanhado pela presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Fátima Amorim, e pela representante da República para os Açores, Susana Goulart Costa, Seguro parou para dialogar com os cidadãos, incentivando-os a visitar Portugal com mais frequência. Em inglês, dirigiu-se a um grupo de norte-americanos, explicando que o dia 10 de Junho é o equivalente ao seu feriado nacional, o 4 de Julho.

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Na papelaria Loja do Adriano, António José Seguro partilhou uma recordação pessoal, mencionando que o seu pai também tinha uma papelaria. Durante a visita, comprou um livro de Miguel Monjardino, pedindo um autógrafo, demonstrando o seu interesse pela cultura e pela literatura.

A visita de António José Seguro aos Açores não só reforça a sua ligação com a população, mas também destaca a importância de momentos de proximidade entre o chefe de Estado e os cidadãos. Leia também: O impacto das visitas presidenciais nas comunidades locais.

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Fonte: ECO

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