A Farminveste anunciou que irá defender-se judicialmente da impugnação da assembleia-geral (AG) realizada a 20 de maio. A decisão surge após um grupo de acionistas minoritários ter apresentado uma ação para contestar as deliberações tomadas durante essa reunião, conforme um comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
No comunicado, a empresa explicou que foi citada na terça-feira no âmbito de uma ação declarativa que visa a anulação de várias deliberações sociais. Estas incluem a aprovação dos relatórios de gestão e contas do exercício de 2025, bem como a decisão de não distribuir dividendos. A impugnação também levanta questões sobre alegados vícios no processo de representação de um dos acionistas durante a AG.
O Expresso avançou que João Cordeiro, ex-presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), está entre os acionistas que contestam a decisão de não distribuição de dividendos. Cordeiro, que possui cerca de 1,2% da Farminveste, argumenta que a empresa apresenta “indicadores perfeitamente sólidos” que justificariam a distribuição de 1,5 euros por ação. Contudo, esta proposta não foi aprovada na AG.
A Farminveste defende que a assembleia-geral e as deliberações tomadas cumpriram todos os requisitos legais e estatutários. Assim, a empresa afirma que irá exercer plenamente os seus direitos de defesa no processo judicial. A sociedade acredita que não existem fundamentos que indiquem que esta ação possa ter um impacto material na sua situação financeira, patrimonial ou na execução da sua estratégia de negócio.
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Farminveste Farminveste Nota: análise relacionada com Farminveste.
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Fonte: ECO





