A Microsoft anunciou a criação de uma nova unidade de negócio dedicada à inteligência artificial, denominada Microsoft Frontier Company (MFC), com um investimento de 2.500 milhões de dólares, o que equivale a cerca de 2.187 milhões de euros. Esta nova divisão contará com uma equipa de seis mil profissionais focados em transformar a forma como as empresas utilizam a IA.
A MFC tem como objetivo ir além do conceito de ‘Forward Deployed Engineering’ (FDE), que envolve a integração de engenheiros diretamente nas empresas clientes para implementar soluções tecnológicas. A Microsoft pretende posicionar-se como líder neste setor, especialmente após os concorrentes terem lançado iniciativas semelhantes. Recentemente, a Amazon Web Services anunciou um investimento de mil milhões de dólares para uma equipa de FDE, enquanto a OpenAI e a Anthropic também formaram equipas com financiamento significativo.
A Microsoft destaca que a MFC irá proporcionar aos seus clientes um conhecimento profundo do setor, gestão da mudança e uma experiência de melhoria contínua. Com seis mil especialistas, a nova unidade ajudará as empresas a conceber, inovar, implementar e melhorar sistemas de inteligência artificial em grande escala, sempre com foco em resultados mensuráveis.
Além disso, a Microsoft garante que a propriedade intelectual dos seus clientes estará protegida através de uma plataforma de IA diversificada, que não limita as empresas a um único modelo. Os clientes terão a flexibilidade de utilizar modelos da OpenAI, da Anthropic, da Microsoft e de outros fornecedores, sem perder o controlo sobre as suas soluções.
Rodrigo Kede Lima, um experiente profissional com 30 anos de carreira, liderará a MFC. Nos últimos seis anos, ele foi responsável por transformações empresariais significativas na Microsoft, especialmente nas Américas e na Ásia. A criação da Microsoft Frontier Company representa um passo importante para a empresa, que busca fortalecer a sua posição no mercado da inteligência artificial.
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inteligência artificial Nota: análise relacionada com inteligência artificial.
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Fonte: ECO





