O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que perderam a vida no recente sismo na Venezuela aumentou para 100, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). Além dos mortos, há ainda 59 pessoas desaparecidas. Este trágico balanço revela a gravidade da situação, afetando especialmente a comunidade portuguesa na região.
Entre os falecidos, 86 tinham também nacionalidade venezuelana, incluindo 18 crianças e 82 adultos. O anterior relatório indicava 97 mortos e 59 desaparecidos, o que demonstra a evolução dramática da tragédia. Os sismos que ocorreram a 24 de junho registaram magnitudes de 7,2 e 7,5, a apenas 200 quilómetros de Caracas, e foram seguidos por inúmeras réplicas.
As consequências do sismo na Venezuela são devastadoras. O último balanço oficial aponta para mais de 3.535 mortos e 16.740 feridos. Além disso, mais de 17 mil pessoas estão desalojadas e 856 edifícios foram danificados ou destruídos. A situação humanitária é crítica, e as autoridades venezuelanas estão a trabalhar para responder a esta emergência.
A resposta internacional tem sido significativa, com várias nações, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, a enviarem equipas de busca e salvamento para ajudar na recuperação. A missão portuguesa está a operar a partir de Catia la Mar, uma área de grande concentração de portugueses e lusodescendentes, que foi uma das mais afetadas pelo sismo.
A comunidade portuguesa está a mobilizar-se para apoiar os afetados, e a situação continua a evoluir. O MNE mantém-se em contacto com as autoridades locais para garantir a segurança dos cidadãos portugueses na Venezuela. A tragédia do sismo na Venezuela deixou uma marca profunda, e a solidariedade internacional é fundamental neste momento difícil.
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sismo na Venezuela Nota: análise relacionada com sismo na Venezuela.
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Fonte: Sapo





