O recente sismo na Venezuela, que ocorreu a 24 de junho, resultou na morte de 120 cidadãos portugueses e lusodescendentes, de acordo com o último balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal. Este trágico evento, que já causou um total de 4.829 mortes, também deixou 16.740 feridos, conforme reportado pelo presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez.
Entre os 120 mortos, 97 eram adultos e 23 menores, sendo que 102 das vítimas também possuíam a nacionalidade venezuelana. O MNE português informou que ainda há 50 cidadãos portugueses desaparecidos, o que aumenta a preocupação e a urgência nas operações de busca.
O sismo, com magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo entre os dois tremores. Este evento sísmico foi seguido por centenas de réplicas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o que complicou ainda mais as operações de socorro.
Diversos países, incluindo Portugal e várias nações da União Europeia, mobilizaram equipas de busca e salvamento para auxiliar na recuperação e na ajuda às vítimas. A situação na Venezuela continua a ser crítica, e a comunidade portuguesa está a acompanhar de perto os desenvolvimentos.
O impacto deste sismo na Venezuela é devastador, não só em termos de vidas perdidas, mas também em relação à infraestrutura e à capacidade de resposta do país. As autoridades locais enfrentam desafios significativos na assistência às vítimas e na recuperação das áreas afetadas.
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Fonte: Sapo





