A JYSK, conhecida cadeia dinamarquesa de mobiliário e decoração, anunciou um investimento de 60 milhões de euros para abrir 120 novas lojas na Península Ibérica até 2030. Este plano de expansão, que se estende por quatro anos, prevê a criação de aproximadamente 1.200 postos de trabalho diretos, um impulso significativo para o mercado de emprego em Portugal e Espanha.
De acordo com a empresa, a estratégia inclui a abertura de cerca de 30 novas lojas por ano, com a maior parte das novas localizações a serem em Espanha. Estima-se que entre 80 a 100 das novas lojas sejam inauguradas no país vizinho, enquanto em Portugal a JYSK planeia aumentar a sua rede em cerca de 50% em relação ao número atual de lojas.
Atualmente, a JYSK opera com quase 230 lojas na Península Ibérica, tendo iniciado a sua atividade em Espanha em 2009 e em Portugal em 2016. A empresa considera ambos os mercados como estratégicos para o seu crescimento e desenvolvimento. Carlos Haba, diretor da JYSK para Portugal e Espanha, sublinha que o objetivo vai além da mera abertura de lojas. “Queremos estar mais próximos de um maior número de clientes”, afirma, destacando a flexibilidade do modelo de negócio que permite à JYSK operar em cidades de diferentes dimensões.
Cada nova loja deverá gerar, em média, cerca de 10 postos de trabalho diretos. Assim, ao longo do período de execução deste plano, a JYSK contribuirá para a criação de aproximadamente 1.200 empregos em Portugal e Espanha. Este investimento não só reforça a presença da marca na região, como também representa uma oportunidade para muitos que procuram emprego no setor do retalho.
Atualmente, a JYSK possui 38 lojas em Portugal e mais de 3.600 estabelecimentos em 49 países, empregando cerca de 34 mil pessoas a nível mundial. O crescimento da JYSK na Península Ibérica reflete a confiança da empresa no potencial destes mercados e a sua determinação em expandir a sua oferta de produtos de mobiliário e decoração.
Leia também: O impacto do investimento estrangeiro no mercado imobiliário português.
Leia também: Riscos climáticos influenciam 87% dos portugueses na compra de casa
Fonte: Sapo





