O preço do cabaz alimentar, monitorizado pela Deco Proteste, atingiu um novo recorde, subindo para 261,89 euros. Este aumento de 3,37 euros em relação à semana anterior representa o valor mais elevado desde 2022. Comparando com o início do ano, os consumidores estão a gastar mais 20,06 euros (+6,30%) para adquirir o mesmo cabaz que inclui 63 produtos essenciais. No mesmo período do ano passado, era possível comprar esses produtos por 22,94 euros menos, o que corresponde a uma descida de 6,60%.
Entre os produtos que registaram os maiores aumentos percentuais na última semana, destacam-se o atum em posta em óleo vegetal, que subiu 20% para 1,54 euros, a massa esparguete, que passou a custar 1,13 euros (+15%), e o queijo curado fatiado embalado, que aumentou 14% para 2,61 euros.
Ao comparar com o mesmo período do ano passado, as subidas mais acentuadas foram observadas na couve-coração, que aumentou 44% e custa agora 2,02 euros por quilo, no robalo, que subiu 34% para 10,33 euros por quilo, e nos brócolos, que registaram um aumento de 31%, custando agora 3,43 euros.
Desde que a Deco Proteste começou a monitorizar os preços em 2022, a análise revela que, no início desse ano, era possível adquirir os mesmos 63 produtos por 74,19 euros a menos, o que representa uma diferença de 39,52%. Em janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram da carne de novilho para cozer, que subiu 124% para 13,04 euros por quilo, da couve-coração, que aumentou 103%, e dos ovos, que subiram 84% para 2,10 euros.
A evolução do cabaz alimentar reflete a pressão inflacionária que os consumidores enfrentam diariamente. Para muitos, esta situação tem um impacto significativo no orçamento familiar. Leia também: O que esperar dos preços dos alimentos nos próximos meses?
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Fonte: ECO





