Cerca de 20 países interessados em drones ucranianos

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que cerca de 20 países estão atualmente a negociar acordos relacionados com drones ucranianos. Até ao momento, quatro desses acordos já foram formalizados, e os primeiros contratos estão em fase de preparação. Esta iniciativa surge no contexto do conflito que envolve os EUA e Israel contra o Irão, onde a experiência da Ucrânia com drones se tem revelado crucial para estabelecer parcerias diplomáticas.

Zelensky partilhou a informação através da rede social ‘X’, após uma conversa com Rustem Umerov, que lidera a delegação ucraniana nas negociações com a Rússia. O presidente destacou que a Ucrânia não se limita apenas ao Médio Oriente e à Europa, mas está a expandir a sua cooperação de segurança a outras regiões do mundo.

Recentemente, em Berlim, Zelensky assinou um acordo estratégico com o chanceler alemão, Friedrich Merz, focado na defesa e na produção conjunta de drones. A empresa alemã Quantum Systems, que se especializa em veículos aéreos não tripulados, anunciou a criação de duas joint ventures com fabricantes ucranianos. A primeira, QWI, irá reforçar a defesa aérea em colaboração com a WIY Drones da Ucrânia, enquanto a segunda, QTI, se concentrará na produção de sistemas terrestres não tripulados com a Tencore.

Além disso, em abril, o presidente ucraniano esteve na Noruega, onde firmou um acordo com o primeiro-ministro Jonas Gahr Store para aumentar a cooperação militar, incluindo a produção de drones ucranianos. Este acordo também prevê um aumento na produção de equipamento de defesa aérea e munições.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também manifestou interesse em colaborar com a Ucrânia na produção de drones. Meloni destacou a importância de fortalecer a cooperação em defesa, sublinhando que a Ucrânia se tornou uma referência neste setor nos últimos anos.

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A experiência da Ucrânia em drones permitiu que especialistas fossem enviados para países do Golfo Pérsico, que enfrentam ameaças do Irão, aliado da Rússia. Na região, países como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos estão a considerar a aquisição de drones de interceção de mísseis ucranianos, uma solução mais económica para contrabalançar os ataques iranianos, que têm esgotado as suas reservas de mísseis fabricados nos EUA.

Leia também: A evolução da indústria de drones na Ucrânia e o seu impacto global.

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Fonte: ECO

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