Pela primeira vez, Portugal conta com seis escolas de negócios reconhecidas entre as melhores do mundo na área da formação executiva, segundo o ranking do Financial Times. A Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (Nova SBE) mantém a liderança nacional, destacando-se tanto nos programas abertos como nos customizados. A ISCTE Business School também teve um desempenho notável, enquanto a Católica Porto Business School faz a sua estreia neste prestigiado ranking.
Nos programas de inscrição aberta, a Nova SBE alcançou a 20.ª posição, subindo dez lugares em relação ao ano anterior. Este avanço reflete o crescente reconhecimento da qualidade da formação executiva oferecida pela escola, que se destaca no mercado internacional.
A Católica Lisbon School of Business and Economics ocupa a 26.ª posição, melhorando 11 lugares face a 2025, e é considerada a melhor escola em Portugal em várias categorias, incluindo corpo docente e métodos de ensino. A Universidade do Porto, através da sua Faculdade de Economia e Porto Business School, ocupa o 35.º lugar, com uma melhoria de oito posições em relação ao ano passado.
A ISCTE Business School, que se posiciona em 51.º lugar, registou a maior subida a nível mundial nesta categoria, com um aumento de 16 posições. A Lisbon School of Economics and Management (ISEG) aparece na 70.ª posição, descendo dois lugares. Por sua vez, a Católica Porto Business School estreou-se no 85.º lugar, um reconhecimento significativo do seu trabalho na formação de líderes.
Nos programas customizados, a Nova SBE brilha ao alcançar a nona posição mundial, subindo seis lugares e tornando-se a única escola de língua portuguesa a integrar o top dez. A Iscte Business School ocupa o 31.º lugar, enquanto o ISEG mantém a 48.ª posição.
Este reconhecimento das escolas portuguesas na formação executiva destaca a qualidade e a relevância da educação em negócios em Portugal. A crescente presença no ranking do Financial Times evidencia o compromisso das instituições em preparar líderes para os desafios do mundo empresarial.
Leia também: O impacto da formação executiva na carreira profissional.
formação executiva Nota: análise relacionada com formação executiva.
Leia também: Despesas por estudante em Portugal são 35% inferiores à média da UE
Fonte: ECO





