Os ETFs internacionais têm ganho destaque entre os investidores que procuram diversificar os seus portfólios. Neste contexto, dois produtos que se destacam são o VXUS da Vanguard e o SCHE da Schwab. Ambos oferecem exposição a mercados fora dos Estados Unidos, mas apresentam diferenças significativas em termos de custos, composição do portfólio e perfil de risco.
O VXUS, gerido pela Vanguard, é um ETF que cobre uma vasta gama de ações internacionais, excluindo os EUA. Este fundo tem uma taxa de gestão competitiva, o que o torna atrativo para investidores que buscam minimizar custos. Além disso, o VXUS investe em empresas de grande, média e pequena capitalização, o que proporciona uma diversificação ampla.
Por outro lado, o SCHE da Schwab também se foca em ações internacionais, mas com uma abordagem ligeiramente diferente. Este ETF é conhecido por ter uma taxa de gestão ainda mais baixa do que o VXUS, o que pode ser um fator decisivo para muitos investidores. O SCHE concentra-se principalmente em ações de mercados emergentes, o que pode oferecer um potencial de crescimento mais elevado, mas também implica um maior risco.
Quando se trata de risco, o VXUS tende a ser menos volátil, uma vez que inclui uma maior proporção de ações de mercados desenvolvidos. Em contraste, o SCHE, ao focar em mercados emergentes, pode apresentar flutuações mais acentuadas, refletindo a instabilidade que muitas vezes caracteriza estas economias. Assim, os investidores devem considerar o seu apetite pelo risco ao escolher entre estes dois ETFs internacionais.
Em termos de retornos, ambos os ETFs têm mostrado desempenhos competitivos, mas a escolha entre eles pode depender da estratégia de investimento individual. O VXUS, com a sua diversificação mais ampla, pode ser mais adequado para quem procura estabilidade, enquanto o SCHE pode atrair aqueles que estão dispostos a aceitar mais risco em troca de um potencial de retorno mais elevado.
Em resumo, tanto o VXUS da Vanguard como o SCHE da Schwab oferecem oportunidades interessantes para investidores que desejam diversificar os seus portfólios com ETFs internacionais. A escolha entre os dois dependerá das preferências individuais em relação a custos, risco e objetivos de investimento.
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Fonte: Fool





