A KPMG Portugal anunciou, esta quarta-feira, o lançamento de uma nova área de serviços geridos, com o objetivo de apoiar as empresas na transição da adoção de inteligência artificial (IA) de projetos isolados para operações escaláveis e com resultados mensuráveis. Esta iniciativa surge em resposta à crescente necessidade das organizações em integrar a IA nas suas estratégias de transformação digital.
De acordo com um estudo da IDC, encomendado pela KPMG, 98% dos líderes empresariais consideram a implementação de IA uma capacidade crítica. Além disso, 91% dos inquiridos veem os serviços geridos como relevantes para a entrega de IA eficaz, e 87% afirmam que estes modelos já estão incorporados nas suas estratégias de transformação digital. Estes dados sublinham a importância crescente da IA no ambiente empresarial.
Os serviços geridos permitem que as empresas deleguem a gestão e manutenção de áreas operacionais, como tecnologia, recursos humanos ou finanças, a fornecedores externos especializados. Neste caso, a KPMG foca-se na implementação de soluções de IA. Pedro Penedo, partner e responsável pela área de serviços geridos da KPMG Portugal, afirma que “a próxima fase da IA será ganha pelas organizações que conseguirem industrializar a tecnologia em processos críticos, com governance, controlo e resultados mensuráveis”.
A KPMG defende que os serviços geridos vão além do outsourcing tradicional, representando um modelo de operação orientado a resultados. Este modelo combina tecnologia, dados, automação e conhecimento especializado, permitindo às empresas reduzir a complexidade e acelerar a geração de valor. Em Portugal, a KPMG pretende integrar tecnologia avançada e equipas especializadas para apoiar a transformação e a operação contínua das funções de negócio.
A aposta nos serviços geridos reflete uma tendência crescente no mercado, onde as empresas buscam soluções que não apenas otimizem processos, mas que também proporcionem resultados tangíveis. A KPMG, ao lançar esta nova área, posiciona-se como um parceiro estratégico para as organizações que desejam explorar todo o potencial da inteligência artificial.
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Fonte: ECO





