Marcas portuguesas apostam no Mundial de Futebol 2026

O Mundial de Futebol de 2026 está prestes a começar, com a Seleção Nacional a estrear-se na competição a 17 de junho. Apesar de a equipa das Quinas só entrar em campo na próxima semana, as marcas que patrocinam a seleção já se mobilizaram para aproveitar a visibilidade que o evento proporciona. O Mundial é um dos raros eventos que consegue reunir audiências massivas, e isso atrai marcas que desejam associar-se a momentos de grande emoção.

No último Mundial, a final entre Argentina e França foi vista por cerca de 2,3 milhões de espectadores em Portugal, e o evento totalizou uma audiência de 54,61 milhões. Esta capacidade de gerar atenção coletiva é um dos principais motivos que leva as marcas a quererem estar presentes no Mundial de Futebol 2026. Filipa Magalhães, responsável de marketing da Sagres, destaca que o torneio proporciona uma “atenção coletiva, concentrada e emocionalmente intensa”, algo que é cada vez mais raro no atual panorama mediático.

A Seleção Nacional é vista como um símbolo de união e celebração em Portugal, e quando joga, praticamente todo o país se envolve. Este estado emocional partilhado torna o Mundial relevante para as marcas, que não buscam apenas visibilidade, mas também a oportunidade de se associarem a emoções coletivas como o orgulho e a união. Luiza Galindo, da Meo, sublinha que o Mundial oferece uma ligação emocional valiosa, promovendo a identificação e a relevância cultural.

As marcas estão a preparar campanhas específicas para maximizar a sua presença durante o torneio. A Generali Tranquilidade, por exemplo, descreve o Mundial como um “movimento social à escala global”, enquanto a CUF vê a competição como uma oportunidade de se conectar com os portugueses através de valores como confiança e excelência. O BPI, por sua vez, considera o torneio um dos “maiores palcos de visibilidade global”, essencial para reforçar a sua ligação ao futebol e aos valores que lhe estão associados.

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A Galp também reconhece a importância do Mundial, considerando-o um dos maiores palcos mediáticos do mundo. Filipa Lopes Ribeiro, responsável de marca da Galp, afirma que as marcas que conseguem fazer parte deste momento de forma genuína não estão apenas a comunicar, mas a criar memória. Mara Martin, da Hertz Portugal, acrescenta que o Mundial é uma plataforma que permite às marcas afirmarem o seu posicionamento de forma relevante, acompanhando momentos que fazem parte da cultura e da memória coletiva.

À medida que o Mundial de Futebol 2026 se aproxima, as marcas portuguesas estão a delinear objetivos estratégicos claros e a preparar campanhas específicas para viver a competição em pleno. A Sagres, por exemplo, lançou a campanha “Vivemos a Seleção de Copo e Alma”, que visa reforçar a sua presença junto dos adeptos, independentemente de onde se encontrem.

Leia também: Como as marcas se preparam para o Mundial de Futebol 2026.

Mundial de Futebol 2026 Mundial de Futebol 2026 Nota: análise relacionada com Mundial de Futebol 2026.

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Fonte: ECO

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