A Marinha Portuguesa deu um passo significativo na modernização da sua frota com o início da construção do segundo navio reabastecedor, o NRP D. Dinis. A cerimónia de corte da primeira chapa teve lugar no estaleiro ADA Shipyard, em Tuzla, Istambul, na Turquia, e marca o avanço de um projeto que visa reforçar a capacidade operacional da Marinha.
Este novo navio reabastecedor, juntamente com o primeiro, o NRP Luís de Camões, representa um investimento total de 200 milhões de euros, financiados pela Lei de Programação Militar. Ambos os navios estão previstos para chegar a Portugal em abril e dezembro de 2028, respetivamente.
Os navios reabastecedores têm um papel crucial nas operações navais, uma vez que vão aumentar a capacidade da esquadra e garantir apoio logístico em operações militares, tanto nacionais como internacionais. A Marinha Portuguesa sublinha que estas embarcações serão essenciais também em missões de interesse público.
Com 137 metros de comprimento e uma velocidade máxima superior a 18 nós, o NRP D. Dinis e o NRP Luís de Camões estão equipados com propulsão híbrida, combinando sistemas diesel e elétricos. A guarnição será composta por 50 militares, com possibilidade de alojamento para mais 50 e capacidade temporária para mais de 100 pessoas.
Estes navios reabastecedores permitirão o transporte e reabastecimento de unidades navais com combustível, água potável, carga sólida e munições, além de oferecer apoio logístico diversificado e funções hospitalares em situações de emergência. A construção do NRP D. Dinis é, portanto, um passo importante para garantir a eficácia e a prontidão da Marinha Portuguesa.
Leia também: O impacto da modernização da Marinha nas operações navais.
navio reabastecedor navio reabastecedor navio reabastecedor Nota: análise relacionada com navio reabastecedor.
Leia também: CGTP alerta: partidos que apoiam pacote laboral traem trabalhadores
Fonte: ECO





