Confiança dos consumidores em Portugal aumenta em junho

O indicador de confiança dos consumidores em Portugal registou um aumento em junho, após três meses consecutivos de descidas. Este crescimento surge depois de abril ter sido o mês com a confiança mais baixa desde novembro de 2022, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O INE explica que a melhoria da confiança dos consumidores resulta de contribuições positivas em várias áreas. As perspetivas sobre a evolução futura da economia, a intenção de realizar compras significativas pelas famílias e a avaliação da situação financeira dos agregados familiares foram fatores determinantes para este aumento. Além disso, as opiniões sobre a evolução passada da situação financeira também contribuíram para este resultado positivo.

Os inquéritos realizados pelo INE revelam que, apesar do aumento da confiança dos consumidores, o saldo das apreciações sobre a evolução passada dos preços diminuiu nos últimos dois meses. Isto contrasta com o aumento significativo verificado em abril, que foi o maior desde 2008. Por outro lado, as expectativas sobre a evolução futura dos preços também recuaram entre abril e junho, após três meses de aumentos consecutivos.

Após uma descida em março, o indicador de clima económico registou um aumento entre abril e junho, superando os níveis observados no início do ano. O INE também destaca que os indicadores de confiança nos serviços e no comércio aumentaram, enquanto se estabilizaram na indústria transformadora e diminuíram na construção e obras públicas.

No setor dos serviços, o aumento da confiança reflete opiniões positivas sobre a evolução da carteira de encomendas e as perspetivas de procura. No comércio, a confiança em junho foi impulsionada por avaliações favoráveis sobre o volume de vendas e as expectativas para os próximos três meses.

Leia também  Web Summit 2023: Destaques da semana nos mercados e na economia

Na indústria transformadora, a estabilização do indicador deve-se a um equilíbrio entre as opiniões positivas sobre a procura global e as perspetivas de produção, que foram menos otimistas. No que diz respeito à construção e obras públicas, a descida da confiança, após dois meses de crescimento, é atribuída a perspetivas de emprego menos favoráveis e a avaliações negativas da carteira de encomendas.

O INE conclui que, em junho, o saldo das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuiu em todos os setores, refletindo uma visão mais cautelosa em relação ao futuro.

Leia também: O impacto da inflação na confiança dos consumidores.

confiança dos consumidores Nota: análise relacionada com confiança dos consumidores.

Leia também: Reunião sobre gestão do estreito de Ormuz entre Irão e Omã

Fonte: Sapo

Simular quanto pode poupar nos seus seguros!

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top