O recente duplo sismo que abalou a Venezuela a 24 de junho resultou em um trágico aumento do número de mortos, que agora se eleva a 3.342. O presidente do parlamento venezuelano, Jorge Rodríguez, confirmou também que o número de feridos atingiu os 16.740, refletindo a gravidade da situação.
Entre as vítimas, estão pelo menos 95 cidadãos portugueses e lusodescendentes, com outros 58 ainda desaparecidos ou sem contacto. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) revelou que, dos 95 mortos, 82 possuíam também nacionalidade venezuelana. Entre as vítimas, contam-se 17 crianças e 78 adultos, o que torna esta tragédia ainda mais dolorosa para as comunidades afetadas.
A resposta internacional tem sido rápida, com vários países, incluindo Portugal e outros membros da União Europeia, a enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela. Estas equipas têm como base de operações Catia la Mar, em La Guaira, uma área com uma significativa concentração de portugueses e lusodescendentes, que foi uma das mais afetadas pelos sismos.
Os sismos, que registaram magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreram a cerca de 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo entre eles. O Serviço Geológico dos Estados Unidos informou que os sismos foram seguidos por centenas de réplicas, complicando ainda mais as operações de socorro e a recuperação das áreas devastadas.
A situação na Venezuela continua a ser crítica, e as equipas de socorro enfrentam desafios significativos na busca por sobreviventes e na prestação de assistência às comunidades afetadas. A solidariedade internacional é crucial neste momento, e espera-se que a ajuda continue a fluir para apoiar as vítimas desta catástrofe.
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Fonte: ECO





